Passa despercebido a quem fecha os olhos à realidade e os abre apenas para a informação filtrada pelos media sob controlo.
A única cadeia informativa que incomodava seriamente os genocidas do Médio Oriente (Al Jazeera) foi expulsa dos territórios palestinianos pelas forças da ocupação israelita. No entanto, há algo que o sionismo ainda não consegue controlar: a força das redes sociais (com especial destaque para o Twitter).
Por ser, meramente, uma guerra religiosa (seria conveniente chamar-lhe de massacre, uma vez que do lado palestiniano não há capacidade de resposta), inicio aqui uma nova rúbrica. A escolha do nome para esta tem esse duplo sentido que o estimado leitor já identificou.
Limitarei ao mínimo os meus comentários aos vídeos. As imagens falarão por si.
Sem comentários:
Enviar um comentário